Postagens populares
-
Já estávamos em Minas mas ainda faltava muito para o destino paulista. Goiânia se afastava com as léguas do caminhão lotado de mim. A sede d...
-
Desejo, o ímpeto Dessossego aos poucos Atormenta, atordoa a toa Aos passos, poucos, aos pulos _ Ele passa, diz a lenda! Desalenta, desatenta...
-
Existe uma figura que sempre me chamou a atenção (será que por alguma semelhança?) em muitos ambientes em que frequento. Geralmente este tip...
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Indústria Cultural
O fedor exala por entre os tubos da modernidade e a massa podre ferve aos olhos dos bilhões, tudo encanado, igual e previsível como a morte. Enquanto a arte se desdobra, torce, retorce, foge, afiada, os dentes claros da hiena vislumbram em risos torpes, riso em rios. Bilhões de hienas em série e em fila riem pálidas e sem cor da última fagulha de arte e amor.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Fico estupefacto com suas palavras e ordem e críticas e ironias.Isso é bom, sempre!
ResponderExcluirNem um nem outro, acho que está mais pra Woody Allen tentando fazer papel de Charles Bukowski, ou talvez seja mesmo um pouco dos dois.
ResponderExcluirFaço das palavras do Fernando as minhas, e quanto menos claro melhor!